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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Simpatia

Atendendo a pedidos dos amigos, após um longo e tenebroso inverno, primavera, neste calor infernal volto com uma postagem aqui.
E dedico amorosamente aos "colegas" que se escondem atrás de um falso poder para produzir o erro, repetir a ignorância e perpetuar a incompetência.


Simpatia de giz - Oswaldo Montenegro

Eu não agüento mais ouvir o que você diz
Do teu jeito de profeta lá da praça paris
Esse jeito de ser o que você queria ser, mas não é
Me olha como folha e pensa como raiz
É o teu jeito de bancar um cara rico e feliz, mas não é
Mete o pau na água e compra um chafariz
Acha que é um rei e ri dos meus bem-te-vis
Acha que é o dono dessa bola que eu não quis, mas não é

Eu não suporto mais tua simpatia de giz
O teu jeito de saber do vento mais que o nariz
Esse jeito de ser o que você queria ser, mas não é
Me olha como ET e pensa como perdiz
É o teu jeito de bancar um cara rico e feliz, mas nao é
Querendo me ensinar aquilo que eu sempre fiz
Usando o que é dos outros pra sonhar e não diz
Fundando a filial querendo ser a matriz, mas não é.


quarta-feira, 24 de março de 2010

Para Rir, Educar e Refletir

("caminhando contra o vento, sem lenço sem documento..." Alegria, Alegria - Caetano)

Com certeza não serei o primeiro a assumir o quanto aprendemos com as crianças. E mais. Serei categórico – e humilde - ao assumir que aprendo muito mais com elas do que já pude ensiná-las.

Hoje falo de uma(s) criança(s) em especial. Quem não conheceu Mafalda (e seus amigos), aquela criatura que foi criança nos anos 60, quando eu nem pensava em existir e que ainda hoje continua sendo. A ‘doce’ (é, nem sempre) menina que, como as demais crianças, não perde a oportunidade de nos desconsertar. Peço licença ao genial Quino para compartilhar os amigos do CEMAE e de toda a Rede algumas dessas oportunidades.

Desconsertemo-nos então!

Atenção: para ver (e ler) as tirinhas com mais nitidez, basta clicar sobre elas que abrirão em tamanho maior!


Com o que estamos nos preocupando, pré-ocupando, ocupando?


O que dizer? Quando? Pra quem?


E se dizer, quem escutará?


E quando depender de nós, que saibamos o que fazer com ela...

As crianças bem sabem. Vamos aprender?